Saí com um guia maluco e mais uns 10 gringos para dormir na casa dos Lahu, uma das comunidades que vivem no alto da montanha. Pulei a parte do trekking, pois estava um pouco mal do estômago nesses dias – e me senti bastante fraca para encarar uma subida que o guia chamou de “very hard”, ainda mais com uma mochila nas costas!
Peguei carona com um motoboy (rs..) amigo do guia e realmente a subida era muito íngreme. Tanto, que em algumas partes eu precisei descer da moto.
Cheguei lá e esperei o resto da turma que chegou num estado deplorável. Depois todos começaram a se acomodar, sentamos em circulo e o guia foi a atração da noite: ele tocou violão a luz de velas, algumas músicas cantava em inglês, outras em tailandês, fez algumas mágicas, e colocou na roda um joint. A partir daí não me proibiu de tirar fotos.
A noite foi numa cama beeem desconfortável, com um travesseiro que mais parecia um tijolo, tanto no quesito formato quanto maciez, as condições de higiene, daquele jeito: não tinha chuveiro e nem papel higiênico! Eu, como sou muito limpinha tomei uma banho de torneira. E as refeições - que prefiro não saber como eram preparadas - foram servidas no mesmo chão onde os cachorros passavam e a gente colocava o pé cheio de lama! Como dizia o próprio guia: oh my buddha!
No dia seguinte, encarei a caminhada, mas agora era descida. Passamos por uma cachoeira, fizemos um rafting convencional e outro pedaço no bamboo, e depois disso, voltei finalmente para o conforto do hotel!
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