quinta-feira, 9 de junho de 2011

O causo do bugue.

Chegando em Fernando de Noronha percebemos que as distâncias e as ladeiras não eram lá muito convidativas para uma caminhada e que um bugue cairia muito bem no nosso roteiro.

Bugue amarelo na mão e lá vamos nós para as primeiras voltas pela ilha. Até que na saída na terceira praia nos deparamos com um pneu super furado. Apenas 2 horas e meia depois chegam os caras da locadora de bugue pra nos socorrer. Acho que o atendimento teria sido mais rápido se meu pneu tivesse furado na zona sul de SP e o socorro estivesse vindo da Mooca, sexta-feira no horário de rush! Mas tudo bem, to de férias em Noronha! Também não tinha como ficar estressado quando chegam dois figuras pra deixar um bugue vermelho “novo” na nossa mão, que eles apelidam carinhosamente de Ferrari vermelha.
A propósito, um fato muito curioso, é que o pneu do bugue não foi furado pelas diversas pedras pontiagudas das trilhas, mas sim por um prego gigante, que nos contaram, é posicionado propositalmente na estrada pelos borracheiros da região.



No dia seguinte, tudo pronto para continuar nossa peregrinação, até descobrirmos que a Ferrari vermelha não ligava de jeito nenhum. Lá vamos nós chamar novamente a locadora, e detectar o problema não levou nenhum um minuto. Durante a noite, alguém arrancou a bateria do bugue com um alicate.

Sei que em 2 dias, andamos com 3 bugues diferentes. Não fomos muito prejudicados com isso, mas foi curioso perceber que mesmo num lugar onde as pessoas não precisam de muito pra viver, tem gente que insiste em levar vantagem, ignorando que na verdade trata-se de uma vantagem muito temporária. A vida logo leva de volta aquilo que não é teu.

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