Na Índia, o calor de 48º no Rajastão não me parecia muito convidativo, no Marrocos muitas restrições para mulheres que viajam sozinhas, no Egito, conflitos políticos, na Tailândia, período de chuvas e assim por diante. Cheguei a conclusão que não poderia ter tirado férias em um período pior. Mas não tinha muita escolha, já que as férias estavam vencidas. E aí, finalmente (cabeção), entendi isso tudo como um sinal de que a caminhada deveria ser por aqui mesmo. E fiquei em paz com a decisão de viajar por esse Brasil. Porque não? A viagem começa então, por Fernando de Noronha, na companhia da minha mãe, do meu irmão, e seu violão – o que sem duvida, faz toda a diferença!
quinta-feira, 9 de junho de 2011
30 dias de havaianas.
Depois de muito quebrar a cabeça, pensando em como usufruir da forma mais produtiva-inspiradora-divertida as minhas férias de 30 e poucos dias, decidi ficar em casa mesmo. E quando eu digo ficar em casa, quer dizer, no Brasil. Com muitas mil milhas da TAM e algum $ no bolso, pensei no início em destinos excêntricos, mas sempre algum porém me fazia desistir da idéia.
Na Índia, o calor de 48º no Rajastão não me parecia muito convidativo, no Marrocos muitas restrições para mulheres que viajam sozinhas, no Egito, conflitos políticos, na Tailândia, período de chuvas e assim por diante. Cheguei a conclusão que não poderia ter tirado férias em um período pior. Mas não tinha muita escolha, já que as férias estavam vencidas. E aí, finalmente (cabeção), entendi isso tudo como um sinal de que a caminhada deveria ser por aqui mesmo. E fiquei em paz com a decisão de viajar por esse Brasil. Porque não? A viagem começa então, por Fernando de Noronha, na companhia da minha mãe, do meu irmão, e seu violão – o que sem duvida, faz toda a diferença!







Na Índia, o calor de 48º no Rajastão não me parecia muito convidativo, no Marrocos muitas restrições para mulheres que viajam sozinhas, no Egito, conflitos políticos, na Tailândia, período de chuvas e assim por diante. Cheguei a conclusão que não poderia ter tirado férias em um período pior. Mas não tinha muita escolha, já que as férias estavam vencidas. E aí, finalmente (cabeção), entendi isso tudo como um sinal de que a caminhada deveria ser por aqui mesmo. E fiquei em paz com a decisão de viajar por esse Brasil. Porque não? A viagem começa então, por Fernando de Noronha, na companhia da minha mãe, do meu irmão, e seu violão – o que sem duvida, faz toda a diferença!
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Ai que delicia TTzuca!!!! Deve estar negona jah! que inveja boa de voce.
ResponderExcluiraproveita muito por nos. Beijocas :)
ro
Grande viajem !!! Vc fez o que muuuuita gente gostaria de fazer :o)
ResponderExcluirE que fotos |!