Dia de muitas risadas, com essa criatura. Um casal de argentinos nos acompanhou durante o percurso todo, que fechou com chave de ouro no bar das gêmeas, onde comi o melhor peixe de Fernando de Noronha.
Chico pendurado no cipó!
Melhor peixe que comi em Noronha!
Lá, Chico sentou pra comer com a gente e tomar uma cerveja enquanto contava os causos da ilha e de como ensina as moças a dançarem Forró. O pessoal do bar também se juntou pra falar de como despistar o Ibama na hora de pescar em local proibido, da multa de 35 mil reais que recebaram pelos caranguejos retirados da praia, e tantos outros fatos corriqueiros da vida por lá. Quando contamos os causos do bugue, Chico ficou surpreso: “então era o bugue de vocês? Eu vi na TV Golfinho”. O roubo da bateria do bugue virou notícia na ilha!
Por fim, fiquei sabendo que quem nasce em Fernando de Noronha não é noronhense, e sim privilegiado. Mas Chico confessou também que às vezes dá uma neuronha, e quando isso acontece ele corre pra Recife. Sim, por que quem mora em Fernando de Noronha não tem neurose, tem neuronha!
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