Cidade caótica! Cheguei já querendo ir embora. Talvez por que me lembrou São Paulo! Fiquei na região da famosa Khao San Road, cheia de lojas, bares e baladas, e massagens (que não poderia faltar!). Por aqui o movimento não se restringe ao horário noturno e durante o dia, nas redondezas, as barracas de roupas, acessórios e de comida local ocupam todo o espaço das calçadas. Esse comércio é bem voltado para o público local, interessante de ver.
Aqui em Bangkok visitei o Grand Palace que é incrível. Ao mesmo tempo que é algo tão grandioso, é cheio de detalhes. Como acho que já visitei minha cota de templos pela vida inteira, resolvi pular essa programação, e só fui em um. Chega de ver buda!
Quando tava saindo desse ultimo templo, fui abordada por um senhor neo zeolandês que me convidou para acompanhar ele e mais uns chineses até um ponto onde eu teria uma vista incrível do templo da moeda (o templo estampado na moeda de 10 baths deles). Era um restaurante, com um deck de frente para o rio, e do outro lado do rio estava o templo. Além da vista, ouvi algumas histórias interessantes sobre o povo daqui, pois ele já mora há alguns anos na Tailândia.
Bangkok é quente. Parece que ligaram o forno. Dizem aqui que existem 3 estações no ano: hot, hotter e hottest. Essa só pode ser essa a hottest!
No meio da caminhada me rendi a uma grama que encontrei numa esquina da cidade e fiquei lá esticada na sombra! Percebi alguns olhares reprovando minha decisão. Mas nem aí...
Pra fechar a viagem, um passeio despretensioso e sem rumo. Queria testar o transporte público da cidade: os barcos e o sky train. Escolhi uma estação aleatória para descer, e por sorte caí num lugar super interessante: Siam Square. Uma esquina super agitada, onde o mais legal de tudo era o Bangkok Art & Culture Center.
E assim, chegou ao fim!
Onde a alma se lava.
Aonde o corpo me leva. Onde a calma se espalha. Onde o porto me espelha.
sábado, 2 de junho de 2012
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Mais de Chiang Mai
Chiang Mai é uma cidade fofa! Acho
que nenhuma palavra pode descreve-la melhor. Se fosse uma pessoa, eu apertaria
a bochecha!
Fiquei em um hotel, no meio de umas ruazinhas tranquilas e estreitas, permeada de restaurantes e pousadas aconchegantes, lojinhas, cursos de yoga e massagem. Por ali, pessoas passam de moto ou bicicleta, e às vezes um tuk tuk. Difícil ver carro.
Se resolvesse passar mais uma semana em Chiang Mai, seguramente, teria coisas pra fazer todos os dias, ou simplesmente, ficaria sentada num meio fio, observando o ritmo da vida por aqui.
Fiquei em um hotel, no meio de umas ruazinhas tranquilas e estreitas, permeada de restaurantes e pousadas aconchegantes, lojinhas, cursos de yoga e massagem. Por ali, pessoas passam de moto ou bicicleta, e às vezes um tuk tuk. Difícil ver carro.
Se resolvesse passar mais uma semana em Chiang Mai, seguramente, teria coisas pra fazer todos os dias, ou simplesmente, ficaria sentada num meio fio, observando o ritmo da vida por aqui.
Me diverti um dia desses vendo as
crianças saírem da escola. Os uniformes, as brincadeiras, os hábitos de comerem
aquelas coisas esquisitas na saída. As barraquinhas de rua não vendem pipocas
ou guloseimas, mas sim, as especiarias do cardápio tailandês.
Também visitei mais um templo, o Wat
Phra That Doi Suthep, mais legal de todos, numa região mais alta e afastada da
cidade, onde presenciei a devoção do povo daqui. Acho que muitos dos visitantes
que estavam lá, eram tailandeses mesmo, ou pelo menos, seguidores do budismo.
E para uma boa despedida de Chiang Mai, me dei de presente 3 horas de relax em um dos diversos spas da cidade, onde tive uma experiência sensorial
incrível, com diversas essências e texturas.
Mercado Flutuante
O caminho até chegar no mercado flutuante, é por barco, passando pelas casas dos locais, mais ou menos como uma Veneza oriental! Mas bem menos sofisticada, digamos assim! No mercado é possível comprar frutas e verduras, comidas preparadas na hora de dentro dos barcos e muito artesanato, nesse caso pensado para turistas mesmo.
Amei isso aqui!
Amei isso aqui!
quarta-feira, 30 de maio de 2012
Long Neck Women
Ficar cara a cara com as long
necks me parecia uma coisa de um mundo distante – não que não seja! – mas, de
repente isso virou realidade.
E por incrível que pareça, a
sensação de conhece-las não foi algo muito confortável.
Em primeiro lugar,
porque muitas delas carregam uma expressão de sofrimento no rosto, e embora
muito enfeitadas, na verdade estão em meio a pobreza. Em segundo lugar, porque
a principal forma de subsistência é a venda dos artesanatos. Como é inevitável
que você sinta vontade de fotografa-las (no meu caso então, nem se fala!), subtende-se
que como retribuição você deva comprar alguma coisa. Me senti realmente mal com
isso, e dei 20 baths para todas que fotografei, e elas ficaram bastante gratas.
O motivo de usarem as argolas, dizem, é principalmente
como uma proteção no caso de ataques de tigres que rondam as matas, mas também para
manter a atratividade, já que com as argolas elas se assemelham ao dragão, um ícone
da cultura deles. O peso dessas argolas é algo espantoso. Peguei
uma miniatura e fiquei chocada.
Além das Karen, o nome correto é
esse, passamos por outras tribos vizinhas, que também seguem suas próprias tradições e vivem de seus artesanatos.
terça-feira, 29 de maio de 2012
Programa de Índio? To dentro!
Saí com um guia maluco e mais uns 10 gringos para dormir na casa dos Lahu, uma das comunidades que vivem no alto da montanha. Pulei a parte do trekking, pois estava um pouco mal do estômago nesses dias – e me senti bastante fraca para encarar uma subida que o guia chamou de “very hard”, ainda mais com uma mochila nas costas!
Peguei carona com um motoboy (rs..) amigo do guia e realmente a subida era muito íngreme. Tanto, que em algumas partes eu precisei descer da moto.
Cheguei lá e esperei o resto da turma que chegou num estado deplorável. Depois todos começaram a se acomodar, sentamos em circulo e o guia foi a atração da noite: ele tocou violão a luz de velas, algumas músicas cantava em inglês, outras em tailandês, fez algumas mágicas, e colocou na roda um joint. A partir daí não me proibiu de tirar fotos.
A noite foi numa cama beeem desconfortável, com um travesseiro que mais parecia um tijolo, tanto no quesito formato quanto maciez, as condições de higiene, daquele jeito: não tinha chuveiro e nem papel higiênico! Eu, como sou muito limpinha tomei uma banho de torneira. E as refeições - que prefiro não saber como eram preparadas - foram servidas no mesmo chão onde os cachorros passavam e a gente colocava o pé cheio de lama! Como dizia o próprio guia: oh my buddha!
No dia seguinte, encarei a caminhada, mas agora era descida. Passamos por uma cachoeira, fizemos um rafting convencional e outro pedaço no bamboo, e depois disso, voltei finalmente para o conforto do hotel!
Cheguei lá e esperei o resto da turma que chegou num estado deplorável. Depois todos começaram a se acomodar, sentamos em circulo e o guia foi a atração da noite: ele tocou violão a luz de velas, algumas músicas cantava em inglês, outras em tailandês, fez algumas mágicas, e colocou na roda um joint. A partir daí não me proibiu de tirar fotos.
A noite foi numa cama beeem desconfortável, com um travesseiro que mais parecia um tijolo, tanto no quesito formato quanto maciez, as condições de higiene, daquele jeito: não tinha chuveiro e nem papel higiênico! Eu, como sou muito limpinha tomei uma banho de torneira. E as refeições - que prefiro não saber como eram preparadas - foram servidas no mesmo chão onde os cachorros passavam e a gente colocava o pé cheio de lama! Como dizia o próprio guia: oh my buddha!
No dia seguinte, encarei a caminhada, mas agora era descida. Passamos por uma cachoeira, fizemos um rafting convencional e outro pedaço no bamboo, e depois disso, voltei finalmente para o conforto do hotel!
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