Fiquei em um hotel, no meio de umas ruazinhas tranquilas e estreitas, permeada de restaurantes e pousadas aconchegantes, lojinhas, cursos de yoga e massagem. Por ali, pessoas passam de moto ou bicicleta, e às vezes um tuk tuk. Difícil ver carro.
Se resolvesse passar mais uma semana em Chiang Mai, seguramente, teria coisas pra fazer todos os dias, ou simplesmente, ficaria sentada num meio fio, observando o ritmo da vida por aqui.
Me diverti um dia desses vendo as
crianças saírem da escola. Os uniformes, as brincadeiras, os hábitos de comerem
aquelas coisas esquisitas na saída. As barraquinhas de rua não vendem pipocas
ou guloseimas, mas sim, as especiarias do cardápio tailandês.
Também visitei mais um templo, o Wat
Phra That Doi Suthep, mais legal de todos, numa região mais alta e afastada da
cidade, onde presenciei a devoção do povo daqui. Acho que muitos dos visitantes
que estavam lá, eram tailandeses mesmo, ou pelo menos, seguidores do budismo.
E para uma boa despedida de Chiang Mai, me dei de presente 3 horas de relax em um dos diversos spas da cidade, onde tive uma experiência sensorial
incrível, com diversas essências e texturas.


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