sábado, 2 de junho de 2012

Bangkok

Cidade caótica! Cheguei já querendo ir embora. Talvez por que me lembrou São Paulo! Fiquei na região da famosa Khao San Road, cheia de lojas, bares e baladas, e massagens (que não poderia faltar!). Por aqui o movimento não se restringe ao horário noturno e durante o dia, nas redondezas, as barracas de roupas, acessórios e de comida local ocupam todo o espaço das calçadas. Esse comércio é bem voltado para o público local, interessante de ver.


Aqui em Bangkok visitei o Grand Palace que é incrível. Ao mesmo tempo que é algo tão grandioso, é cheio de detalhes. Como acho que já visitei minha cota de templos pela vida inteira, resolvi pular essa programação, e só fui em um. Chega de ver buda!


Quando tava saindo desse ultimo templo, fui abordada por um senhor neo zeolandês que me convidou para acompanhar ele e mais uns chineses até um ponto onde eu teria uma vista incrível do templo da moeda (o templo estampado na moeda de 10 baths deles). Era um restaurante, com um deck de frente para o rio, e do outro lado do rio estava o templo. Além da vista, ouvi algumas histórias interessantes sobre o povo daqui, pois ele já mora há alguns anos na Tailândia.


Bangkok é quente. Parece que ligaram o forno. Dizem aqui que existem 3 estações no ano: hot, hotter e hottest. Essa só pode ser essa a hottest! No meio da caminhada me rendi a uma grama que encontrei numa esquina da cidade e fiquei lá esticada na sombra! Percebi alguns olhares reprovando minha decisão. Mas nem aí...


Pra fechar a viagem, um passeio despretensioso e sem rumo. Queria testar o transporte público da cidade: os barcos e o sky train. Escolhi uma estação aleatória para descer, e por sorte caí num lugar super interessante: Siam Square. Uma esquina super agitada, onde o mais legal de tudo era o Bangkok Art & Culture Center.


 E assim, chegou ao fim!

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Mais de Chiang Mai

Chiang Mai é uma cidade fofa! Acho que nenhuma palavra pode descreve-la melhor. Se fosse uma pessoa, eu apertaria a bochecha!
Fiquei em um hotel, no meio de umas ruazinhas tranquilas e estreitas, permeada de restaurantes e pousadas aconchegantes, lojinhas, cursos de yoga e massagem. Por ali, pessoas passam de moto ou bicicleta, e às vezes um tuk tuk. Difícil ver carro.
Se resolvesse passar mais uma semana em Chiang Mai, seguramente, teria coisas pra fazer todos os dias, ou simplesmente, ficaria sentada num meio fio, observando o ritmo da vida por aqui.


Me diverti um dia desses vendo as crianças saírem da escola. Os uniformes, as brincadeiras, os hábitos de comerem aquelas coisas esquisitas na saída. As barraquinhas de rua não vendem pipocas ou guloseimas, mas sim, as especiarias do cardápio tailandês.


Também visitei mais um templo, o Wat Phra That Doi Suthep, mais legal de todos, numa região mais alta e afastada da cidade, onde presenciei a devoção do povo daqui. Acho que muitos dos visitantes que estavam lá, eram tailandeses mesmo, ou pelo menos, seguidores do budismo.



E para uma boa despedida de Chiang Mai, me dei de presente 3 horas de relax em um dos diversos spas da cidade, onde tive uma experiência sensorial incrível, com diversas essências e texturas.


Mercado Flutuante

O caminho até chegar no mercado flutuante, é por barco, passando pelas casas dos locais, mais ou menos como uma Veneza oriental! Mas bem menos sofisticada, digamos assim! No mercado é possível comprar frutas e verduras, comidas preparadas na hora de dentro dos barcos e muito artesanato, nesse caso pensado para turistas mesmo.
Amei isso aqui!