Depois de mais uma tentativa frustrada de pegar o barco pra Robben Island (muito vento), acabei ficando pelo centro, visitei o mercado das flores, dei umas voltas no Company's Garden que é um parque super demais, e ainda deu tempo de entrar na South African National Gallery. Mas nada demais, e nem esperava, pois vim aqui pra ver bicho mesmo!
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
O esquilo é meu amigo!
Olha gente, que coisa mais simpática do mundo esse tal de esquilo. Ele ficava curioso com a maquina fotografica, chegava super perto, e apoiava a patinha (o cara enfiou o dedão na lente!).


Depois de mais uma tentativa frustrada de pegar o barco pra Robben Island (muito vento), acabei ficando pelo centro, visitei o mercado das flores, dei umas voltas no Company's Garden que é um parque super demais, e ainda deu tempo de entrar na South African National Gallery. Mas nada demais, e nem esperava, pois vim aqui pra ver bicho mesmo!



Depois de mais uma tentativa frustrada de pegar o barco pra Robben Island (muito vento), acabei ficando pelo centro, visitei o mercado das flores, dei umas voltas no Company's Garden que é um parque super demais, e ainda deu tempo de entrar na South African National Gallery. Mas nada demais, e nem esperava, pois vim aqui pra ver bicho mesmo!
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Township – O lado B.
Um dos dias mais enriquecedores dessa viagem. Conhecer de perto a realidade de milhares de sul africanos, que vivem em condições precárias. Aqui a desigualdade social é ainda maior do que no Brasil.
O tour começou no District Six, um museu que conta um pouco da história do apartheid e leva o nome de um antigo bairro de negros e imigrantes de Cape Town. Em 1966, o District Six foi declarado uma área de brancos, todos os moradores foram expulsos de lá e tiveram suas casas destruídas. Muitos deles foram parar nas townships que nós visitamos na seqüência.

Passamos por 4 favelas ao todo. O primeiro lugar onde paramos é um espaço mantido pela prefeitura onde os moradores tem a possibilidade de trabalhar com artesanatos como uma forma de geração de renda. As crianças, tem contato com a arte. No momento que cheguei lá, eles tavam tocando marimba e djambe.




Second Stop. Sinistro!!! Uma mulher, no meio da rua queimando cabeças de bode em uma lata com fogo, com a mesma naturalidade de quem joga um pacote de macarrão na panela. Sim, eles comem cabeça de bode e só deixam o osso. Alguém tá servido?
Gente, ver várias cabeças do bicho morto em cima da mesa foi disgusting. Imagina só comer esse negócio.


Thrid Stop. Sinistro mesmo foi isso aqui! My Gosh. Chegou a hora da macumba. Entramos em uma sala meia luz, com diversos pedaços de vegetais e animais pendurados em varal: tinha pata, pele, pelo, chifre, entre outros. Toda hora eu dava com a cabeça em alguma coisa! Depois chegou o “doctor”, como o nosso guia chamava o cara. Esse cara explicou um pouco do trabalho de cura que ele faz. Vocês não fazem idéia a quantidade de bilhete de loteria pendurado no varal!




Acho que eu vou ter pesadelos esse noite.
A quarta parada foi uma delicia! Visitamos um hotel dentro da favela. Um hotel premiado na categoria “township experience”. Tudo hiper mega simples, mas organizado e limpinho. Na rua do hotel, me diverti muito com as crianças. Eles faziam poses para a foto e um empurrava o outro, pois todo mundo queria ser fotografado. Depois vinham correndo ver na maquina como tinha ficado a foto! Dos meninos maiores eu senti um comportamento meio hostil nos gestos que eles faziam. Mas foi demais. Difícil escolher que foto postar aqui.




E uma curiosidade, em todas as favelas tinha um pequeno comercio: mercearias, mecânicos, banca de frutas e salão de beleza. Me chamou atenção a quantidade de salão de beleza. Incrível. Independente da raça, do nível social, do que quer que seja as mulheres nunca abrem mão da vaidade mesmo!
O tour começou no District Six, um museu que conta um pouco da história do apartheid e leva o nome de um antigo bairro de negros e imigrantes de Cape Town. Em 1966, o District Six foi declarado uma área de brancos, todos os moradores foram expulsos de lá e tiveram suas casas destruídas. Muitos deles foram parar nas townships que nós visitamos na seqüência.
Passamos por 4 favelas ao todo. O primeiro lugar onde paramos é um espaço mantido pela prefeitura onde os moradores tem a possibilidade de trabalhar com artesanatos como uma forma de geração de renda. As crianças, tem contato com a arte. No momento que cheguei lá, eles tavam tocando marimba e djambe.
Second Stop. Sinistro!!! Uma mulher, no meio da rua queimando cabeças de bode em uma lata com fogo, com a mesma naturalidade de quem joga um pacote de macarrão na panela. Sim, eles comem cabeça de bode e só deixam o osso. Alguém tá servido?
Gente, ver várias cabeças do bicho morto em cima da mesa foi disgusting. Imagina só comer esse negócio.
Thrid Stop. Sinistro mesmo foi isso aqui! My Gosh. Chegou a hora da macumba. Entramos em uma sala meia luz, com diversos pedaços de vegetais e animais pendurados em varal: tinha pata, pele, pelo, chifre, entre outros. Toda hora eu dava com a cabeça em alguma coisa! Depois chegou o “doctor”, como o nosso guia chamava o cara. Esse cara explicou um pouco do trabalho de cura que ele faz. Vocês não fazem idéia a quantidade de bilhete de loteria pendurado no varal!
Acho que eu vou ter pesadelos esse noite.
A quarta parada foi uma delicia! Visitamos um hotel dentro da favela. Um hotel premiado na categoria “township experience”. Tudo hiper mega simples, mas organizado e limpinho. Na rua do hotel, me diverti muito com as crianças. Eles faziam poses para a foto e um empurrava o outro, pois todo mundo queria ser fotografado. Depois vinham correndo ver na maquina como tinha ficado a foto! Dos meninos maiores eu senti um comportamento meio hostil nos gestos que eles faziam. Mas foi demais. Difícil escolher que foto postar aqui.
E uma curiosidade, em todas as favelas tinha um pequeno comercio: mercearias, mecânicos, banca de frutas e salão de beleza. Me chamou atenção a quantidade de salão de beleza. Incrível. Independente da raça, do nível social, do que quer que seja as mulheres nunca abrem mão da vaidade mesmo!
domingo, 25 de outubro de 2009
Perto das nuvens
Encarei uma subidinha na montanha hoje com mais um brasileiro e 5 suiços. Acho que tô fora de forma. Os suiços deram um show de disposição e eu quase tive que ser empurrada! Mas depois eles me explicaram que na Suiça tem muita montanha e eles estão acostumados com esse tipo de programa. Ah bom!
Enfim, a gente não achou o caminho pra chegar no pico da montanha que queríamos, mas mesmo assim valeu muito a pena. A vista de lá é fantástica.


Enfim, a gente não achou o caminho pra chegar no pico da montanha que queríamos, mas mesmo assim valeu muito a pena. A vista de lá é fantástica.
sábado, 24 de outubro de 2009
Great White Shark Diving!!!
AMAZING! Dia de ver de perto os temidos tubarões brancos. Perto até demais! Foram duas horas de carro até Gansbaai, e mais uma hora de barco. Ficamos mais de 3 horas em alto mar, tarefa que não é para fracos, porque enjoa demais. Dalhe Dramin. Mas todo o sofrimento foi devidamente recompensado! Diversas baleias passeam perto do barco, além dos tubarões que são atiçados pelo cheiro da isca. Os passáros dão um toque especial ao espetáculo, na esperança que sobre alguma coisa pra eles também.
Passei mais ou menos uns 10, 15 min dentro da água, em uma "gaiola", com mais 5 pessoas. O pessoal que tá no barco grita pra gente mergulhar e tan tan tan tan tan tan tan...e lá vem ele, com a boca aberta pronto pra te engolir. O bicho é grande, viu. Lindo!!!
Não consegui tirar tantas fotos como gostaria, pois tava bem enjoada com o balanço do mar. Mas aí vão algumas, e logo logo vou postar um filminho que meu amigo Arthur fez quando eu tava dentro da gaiola!




Passei mais ou menos uns 10, 15 min dentro da água, em uma "gaiola", com mais 5 pessoas. O pessoal que tá no barco grita pra gente mergulhar e tan tan tan tan tan tan tan...e lá vem ele, com a boca aberta pronto pra te engolir. O bicho é grande, viu. Lindo!!!
Não consegui tirar tantas fotos como gostaria, pois tava bem enjoada com o balanço do mar. Mas aí vão algumas, e logo logo vou postar um filminho que meu amigo Arthur fez quando eu tava dentro da gaiola!
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
V & A Waterfront
Waterfront, o cais da Cidade do Cabo, na verdade é um grande shopping, com lojas e restaurantes ao ar livre.
De lá sai o barco para a Robben Island, ilha onde ficou preso Nelson Mandela. Nossa intenção era fazer esse tour hoje, mas já não tinha mais vaga e teremos que voltar outro dia.
Mas a gente já tava lá e aproveitou o dia de sol pra curtir o lugar. É legal, muito movimento, e muita música que fica por conta dos artistas de rua!






De lá sai o barco para a Robben Island, ilha onde ficou preso Nelson Mandela. Nossa intenção era fazer esse tour hoje, mas já não tinha mais vaga e teremos que voltar outro dia.
Mas a gente já tava lá e aproveitou o dia de sol pra curtir o lugar. É legal, muito movimento, e muita música que fica por conta dos artistas de rua!
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Cape of Good Hope e Cape Point
Mais um dia de paisagens espetaculares nessa terça feira! Fechamos um grupo de 7 brasileiros (tão vendo que meu inglês vai voltar pior do que foi, né?), e o Rachied, que já tá virando o nosso guia particular, levou a gente pra dar uma voltinha! Começamos pela Boulders Beach, a conhecida praia dos pingüins. Quase levei um comigo! Eles são muito simpaticos, e nessa época do ano tão trocando de pelo. Muito engraçado os bichinhos.
Depois passamos por Simon’s Town, e no caminho encontramos vários babuínos. O ponto alto do passeio foi o famoso Cabo da Boa Esperança e Cape Point. A volta por Chapman Peaks também é demais.
Vocês vão ver pelas fotos que venta pouco nessa terra. E eu, amadora pacas, fui de vestidinho. Estilo Marilyn Monroe.
Depois do passeio, a noite, ainda rolou uma ida ao karaokê, até que divertido. Foi muito engraçado, porque tava toda a gringarada da escola. Da minha turma, que tem 8 pessoas foram 6. E hoje de manhã a sala ficou vazia.
A proposito, fui promovida para o nível Advanced. Agora sou a pior da turma ;)









Depois passamos por Simon’s Town, e no caminho encontramos vários babuínos. O ponto alto do passeio foi o famoso Cabo da Boa Esperança e Cape Point. A volta por Chapman Peaks também é demais.
Vocês vão ver pelas fotos que venta pouco nessa terra. E eu, amadora pacas, fui de vestidinho. Estilo Marilyn Monroe.
Depois do passeio, a noite, ainda rolou uma ida ao karaokê, até que divertido. Foi muito engraçado, porque tava toda a gringarada da escola. Da minha turma, que tem 8 pessoas foram 6. E hoje de manhã a sala ficou vazia.
A proposito, fui promovida para o nível Advanced. Agora sou a pior da turma ;)
Moyo, vinicola Spier.
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